TELECOM

Governo precisa atuar como coordenador na remoção às barreiras inúteis em Telecom

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos* ... 11/11/2016 ... Convergência Digital

Se o governo não tem dinheiro para investir em rede, deve atuar como um catalisador, um coordenador para a atração de investimentos. "O Brasil precisaa de mais e melhores redes, mas há uma série de barreiras básicas a serem removidas. E o Governo precisa atuar para nos ajudar a dialogar com os entes que, hoje, impedem esse investimento", sustenta o presidente-executivo da TelComp, João Moura.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, no IX Seminário TelComp, realizado no dia 08 de novembro, em São Paulo, João Moura afirou que a economia digital evolui num ritmo acentuado no Brasil, mas adverte: há questões para serem tratadas o quanto antes. "Já falei das barreiras e elas precisam ser tiradas", reforçou. Sobre o novo ciclo do Plano Geral de Metas de Competição, o PGMC, que pode vir a ser aprovado pela Anatel ainda este mês, o presidente-executivo da TelComp disse que ele precisa recuperar o tempo perdido.

"O primeiro ciclo do PGMC, infelizmente, não provocou o impacto desejado. Ele não foi bem-sucedido. Se mostrou desinteressante. O novo ciclo, se bem-feito, pode acelerar o investimento e ter um efeito multiplicador no atendimento ao cliente, em especial, ao corporativo que precisa de conectividade para ter computação em nuvem, redes virtuais e Internet das Coisas". Assistam a entrevista do presidente-executivo da TelComp, João Moura.


Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

Plano da Oi prevê investimentos abaixo do necessário, diz Anatel

Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

Claro repete que há muitas operadoras no Brasil e resiste à entrada dos chineses na Oi

"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

O diretor de Tecnologia de Redes e Sistema da Oi, Pedro Falcão, sustentou que o backbone óptico e as redes metropolitanas são a 'joia da coroa' e despertam a ambição dos concorrentes. "A Internet de Tudo exigirá muita rede fixa", frisou.

Oi unifica mainframes para acelerar serviços digitais

Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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A edição de 2017 do Painel Telebrasil enfatizou a necessidade de atualização do modelo de telecomunicações e a definição de uma agenda digital para o País.

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